EXORTAÇÕES FINAIS
A UNIÃO DE PAULO
COM OS SANTOS
EM TESSALÔNICA
"No demais, irmãos,
rogai por nós, para que a palavra do Senhor tenha livre curso e seja
glorificada, como também o é entre vós;
E para que sejamos livres de homens dissolutos e maus; porque a fé não
é de todos.
Mas fiel é o Senhor, que vos confortará e guardará do maligno.
E confiamos de vós no Senhor que não só fazeis como fareis
o que vos mandamos.
Ora, o Senhor encaminhe os vossos corações na caridade de Deus
e na paciência de Cristo."
— II Tessalonicenses 3:1-5
"No demais" representa os pedidos, instruções e exortações pessoais do Apóstolo além das aplicações práticas em relação àquilo que lhes ensinou nesta epístola.
O seu pedido por orações neste caso não é para encorajamento ou forças ou qualquer coisa pessoal. É "para que a palavra do Senhor tenha livre curso (1) e seja glorificada" (3:1). A propagação do evangelho estava sempre em seu coração porque o amor de Cristo, para com ele e para com todos, o impulsionava para frente como a maré (Veja II Co.5:14).
Deve ser observado que ele pede as orações deles para que possa ser com ele "como também o é entre vós" (3:1). Isto mostra que tipo de variações há na perseguição. Com os crentes de Tessalônica havia uma perseguição severa, de fato, mas isto apenas ajudou a espalhar o evangelho, porque no caso deles, ele estava sendo discutido em todo lugar.
Entretanto, no caso de Paulo havia uma diferença, porque ele adiciona um pedido para que ele pudesse ser livrado "dos homens perversos e maus; porque a fé (2) não é de todos" (3:2). Existiam tramas e conspirações contra ele.
Podemos entender um pouco sobre o tipo de perseguição que Paulo suportava
Corinto quando compreendemos que uma tentativa planejada foi feita pelos judeus da sinagoga para tê-lo condenado pelo procônsul romano, a fim de conter seu testemunho. (3)
O seu pedido por orações para que a Palavra pudesse ter livre curso lembra-nos de dois outros pedidos dele para oração: em Ef.6:19-20, para que fosse dado, "no abrir da minha boca, a palavra com confiança" e em Cl.4:3, "para que nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual estou também preso". A sua única grande paixão era tornar conhecida a gloriosa mensagem que ele recebeu por revelação do Senhor.
Mas seu pedido de oração para que pudesse ser livre "de homens dissolutos e maus" é imediatamente seguido pela garantia de "fiel é o Senhor" e que Ele os fará ainda mais maduros como crentes e os "guardará do maligno" (3:2-3). Como as perseguições deles estavam ligadas com as suas próprias! Como ele estava preocupado com eles enquanto as perseguições estavam em toda sua volta. Mas quem poderia emcorajá-los melhor quanto ao resultado do que ele? A oração dele para ser livre "de homens dissolutos e maus" e a garantia dele da fidelidade do Senhor em guardar os Seus do maligno, lembra-nos de uma de suas últimas expressões de tamanha confiança, enquanto esperava a própria execução em Roma:
"E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém!" (II Tm.4:18).
Enquanto prosseguimos com v.4-5 de II Tessalonicenses 3, é tocante ler novamente as palavras: "E confiamos de (4) vós no Senhor que não só fazeis como fareis o que vos mandamos." Observe que ele não escreve: "Temos confiança em vós". Eles já estavam sendo perseguidos demais nesta época para Paulo tentar levantar a confiança deles. Em vez disso, ele diz: "Temos confiança no Senhor em relação a vós". Isto seria de maior encorajamento para eles do que se ele tivesse expressado confiança na coragem e varonilidade deles porque, lembre-se, um grama de confiança em Deus vale mais do que muitos quilos de autoconfiança. E observe: ele escreve com a autoridade de um Apóstolo, expressando sua confiança de que eles estavam fazendo e continuariam a fazer o que ele mandava (3:4).
Então, com a paixão que tinha tomado posse dele desde a sua conversão na estrada para Damasco, ele expressa ainda mais confiança de que o Senhor encaminhará os corações deles (3:5).
É altamente significante que em todas as epístolas ele não mencione uma única vez o seu profundo amor para Deus ou pelo Senhor Jesus Cristo. Em vez disso, ele consistentemente exalta o amor de Deus por ele.
Sem qualquer tipo de menosprezo pelos doze apóstolos ou o ministério deles para Cristo, ainda é um fato que, comparado com os doze, Paulo parece uma tocha ardente ao lado de doze velas, e isto não é estranho, porque a ele, o principal dos pecadores, foi dado a maior revelação do amor de Cristo.
Foi sua grande apreciação
por este amor que fez com que ele "pegasse fogo" por Cristo e o mantivesse
deste jeito lá. Isto já explica o abandono total com que ele trabalhava
e sofria por seu Senhor. Freqüentemente, ele foi "sobremaneira"
agravado "mais do que" podia "suportar" (II Co.1:8) e teria
desistido, mas não podia, porque o amor de Cristo o levava como a maré
do mar.(5) Este amor infinito aos pecadores, demonstrado na graça que
até o havia salvo, continuamente o surpreendia – e era para ele
uma fonte constante de força.
E era isto que ele desejava para os santos de Tessalônica – que
seus corações pudessem ser direcionados, não para "amarem
a Deus", mas "na caridade de Deus".(6) E enquanto eles
de fato apreciavam o amor Dele, poderia haver alguma dúvida de que não
iriam amá-Lo ainda mais?
E agora, ao terminar esta seção, mais uma vez o Apóstolo encoraja-os, apesar de (e em vista de) todas as perseguições deles, para que continuem como tinham começado. Veja I Ts.1:9-10: "Como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro e esperar dos céus a seu Filho" e agora ele ora para que o Senhor encaminhe os corações deles "na caridade de Deus e na paciência de Cristo" (7) (II Ts.3:5). A palavra "na" indica que esperar pacientemente é o que deve ser esperado deles em vista da graça e longanimidade de Deus para com o homem pecador.
A IRRESPONSABILIDADE CONDENADA
"Mandamo-vos, porém,
irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo
irmão que andar desordenadamente e não segundo a tradição
que de nós recebeu.
Porque vós mesmos sabeis como convém imitar-nos, pois que não
nos houvemos desordenadamente entre vós,
nem, de graça, comemos o pão de homem algum, mas com trabalho
e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de
vós;
não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar
em nós mesmos exemplo, para nos imitardes.
Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto: que, se alguém
não quiser trabalhar, não coma também.
Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não
trabalhando, antes, fazendo coisas vãs.
A esses tais, porém, mandamos e exortamos, por nosso Senhor Jesus Cristo,
que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão.
E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.
Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta,
notai o tal e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe.
Todavia, não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão."
— II Tessalonicenses 3:6-15
Na passagem acima temos a única instância de reprovação nas duas epístolas aos tessalonicenses.
Entretanto, a conduta desordeira a que se refere aqui, não era a mesma das acusações de "conduta desordeira" encontradas em tantos boletins de ocorrência hoje em dia. Era mais irresponsabilidade. A palavra grega para desordem simplesmente indica uma falta de ordem. Aos colossenses Paulo pôde escrever:
"Porque, ainda que esteja ausente quanto ao corpo, contudo, em espírito, estou convosco, regozijando-me e vendo a vossa ordem e a firmeza da vossa fé em Cristo" (Cl.2:5).
Mas aos corintos desordeiros ele escreveu, em repreensão:
"Porque Deus não é Deus de confusão" (I Co.14:33).
Agora a desordem e confusão em Tessalônica tinha resultado, em alguns casos, de alguns entre eles que, esperando pela vinda do Senhor, desistiram de seus empregos e foram visitar de casa em casa, sem dúvida para discutir a respeito da "bem-aventurada esperança" deles. Naturalmente foram convidados para participarem das refeições (8) quando estavam nas casa de um irmão. Tudo isto, entretanto, ajudou a criar a desordem, e de fato, a animosidade.
Nos v.6-7, ele contrasta o andar desordeiro deles com a tradição que ele lhes tinha ensinado e com a sua própria conduta.
"Pois que não nos houvemos desordenadamente entre vós" (3:7).
"Nem, de graça, comemos
o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e
dia, para não sermos pesados a nenhum de vós;
não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar
em nós mesmos exemplo, para nos imitardes" (3:8-9).
Como Apóstolo de Cristo, Paulo certamente tinha a "autoridade", ou direito, de esperar a remuneração financeira enquanto trabalhava tão fielmente entre os crentes de cidade em cidade. Porém, o encontramos trabalhando com suas próprias mãos e freqüentemente trabalhando muito (3:8), fazendo tendas, para que não fosse pesado a nenhum deles; para que eles nunca tivessem a oportunidade de dizer: "Paulo aproveitou-se de nós".
É um triste fato que muitos evangelistas e pregadores viajantes comam do bom e do melhor às custas de seus anfitriões, mas demonstram pouca sensibilidade ou gratidão em relação a este gasto. Paulo evitava isto diligentemente, não comendo o pão de homem algum sem merecê-lo, não porque sua posição como Apóstolo não lhe dava este direito, mas para ser um exemplo a eles. Isto revela não apenas respeito por parte de Paulo mas também um coração generoso. Ele sempre preferia dar do que receber.
Portanto, quando esteve sob pressão ou na prisão, amados amigos como os filipenses mandavam ofertas para sustentar e encorajá-lo, estas ofertas se tornavam mais preciosas, "como cheiro de suavidade" (Fp.4:13-18). Oh, que mais homens de Deus pudessem dar um bom exemplo aos santos a quem ministram. (9)
Entretanto, Paulo não pôde ficar por muito tempo com os tessalonicenses e agora havia uma tentação adicional por parte deles, de parar de trabalhar e visitar os outros (3:11): o Senhor poderia voltar a qualquer momento!
Ah, mas seria um erro usar isto como justificativa para a "conduta desordeira", porque o Senhor também poderia, em graça, demorar por algum tempo. Por isso o Apóstolo lembra-os:
"...vos mandamos isto: que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também" (3:10).
Portanto, o Apóstolo declara que aqueles faltosos deveriam ser disciplinados. Não convide uma pessoa deste tipo para sua casa, ele diz; em vez disso, "vos aparteis" delas (3:6). De fato, é generoso da sua parte querer convidá-las, mas se fizerem isto, apenas encorajarão estas pessoas a continuar a "vadiar" e "viver às custas" dos outros. Ao invés disso, reserva a sua generosidade para aqueles infelizes que realmente são necessitados, ou pelo menos os amigos crentes que "andam ordenadamente". E em relação aos desordeiros, o Apóstolo diz:
"A esses tais, porém, mandamos e exortamos, por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão" (3:12).
Mas uma palavra de cautela deve ser dada para a igreja como um todo. A disciplina que não era apenas justificada, mas necessária quando se trata de preguiçosos e intrometidos, (10) não deve produzir uma atitude dura, não generosa, nos crentes fiéis. Paulo sugere que este perigo existe quando diz:
"E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem" (3:13).
Sempre tem uma necessidade real em nossa volta para com a qual Deus quer que sejamos bondosos e de mão aberta com os fundos que ele nos confiou. Mas com respeito àqueles que são rebeldes e querem viver da generosidade dos outros, as instruções são claras:
"Mas, se alguém não
obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal e não vos
mistureis com ele, para que se envergonhe.
Todavia, não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão"
(3:14-15).
A desordem é irresponsabilidade, conseqüentemente a importância de se pensar e de se conduzir ordeiramente na vida cristã. É evidente que Paulo tinha muita satisfação com a ordem entre os irmãos de Colossos e que estava profundamente preocupado com a falta de ordem dos coríntios. Foi, então, consistente do Apóstolo instruir os amados santos de Tessalônica para rejeitarem a companhia daqueles que persistiam com seus modos de desordem, para que eles se envergonhassem (3:14). Faz uma diferença – uma grande diferença – que tipo de companhia mantemos.
"Todavia [e aqui Paulo adverte para não ter uma atitude fria e dura], não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o [repreende] como irmão" (3:15).
SAUDAÇÕES FINAIS
"Ora, o mesmo Senhor da paz
vos dê sempre paz de toda maneira. O Senhor seja com todos vós.
Saudação da minha própria mão, de mim, Paulo, que
é o sinal em todas as epístolas; assim escrevo.
A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém!"
— II Tessalonicenses 3:16-18
Pelo menos seis vezes nas epístolas de Paulo encontramos a frase "o Deus de paz", mas aqui é "o mesmo Senhor [grego: Kurios] da paz", Aquele que está acima de tudo. Ele está no trono; Ele controla a tempestade – e Ele sempre pode lhe dar paz "de toda maneira" (3:16) apesar das suas perseguições e sofrimentos.
Esta bênção é de fato muito bonita e se torna ainda mais quando consideramos a adição da palavra "mesmo" na frase acima. "Ora, o mesmo Senhor da paz vos dê sempre paz...".
Nas epístolas aos tessalonicenses a palavra "mesmo" (11) é usada quatro vezes nesta ligação e sempre dá a impressão do interesse pessoal de Deus, ou de Cristo, para com Seus santos: "Ora, o mesmo nosso Deus e Pai e nosso Senhor Jesus Cristo encaminhem a nossa viagem para vós" (I Ts.3:11); "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido" (I Ts.4:16); "E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo, e nosso Deus e Pai, que nos amou ...console o vosso coração..." (II Ts.2:16-17); e aqui, "Ora, o mesmo Senhor da paz vos dê sempre paz de toda maneira. O Senhor seja com todos vós" (II Ts.3:16). Isto realça a frase que segue: "O Senhor seja com todos vós" e faria com que a presença Dele seria ainda mais real para eles.
Em cada uma das epístolas de Paulo, ele assina seu nome pessoalmente (12) (3:17), sempre na abertura e três vezes também no fim (I Coríntios, Colossenses e II Tessalonicenses). Ele aprendeu a fazer isto cedo porque foi em Tessalônica que alguém forjou seu nome numa carta (II Ts.2:2), ou de alguma forma tinha feito algo para parecer que ele a tinha escrito.
E agora chegamos às próprias palavras de fechamento desta epístola tão cheia de graça e conforto, especialmente o conforto solene, precioso do retorno de nosso Senhor para levar os Seus embora deste mundo, antes que Ele volte para julgar ferozmente:
"A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém!"
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1) O sentido do termo livre curso (treko) no grego significa
"correr". A oração de Paulo é para que a Palavra
pudesse ter livre curso, e logicamente o curso refere-se à pista de corrida.
2) Subjetivamente, aqueles em que não se pode confiar.
3) Entretanto, é interessante perceber, que tanto Crispus, o principal
da sinagoga na época em que Paulo partiu para os gentios, quanto Sóstenes,
o próximo principal da sinagoga, que foi espancado diante do tribunal,
evidentemente vieram a crer em Cristo (Veja At.18:8,17; I Co.1:1).
4) Nota do tradutor: Uma tradução melhor seria, "E estamos
confiantes em relação a vós no Senhor".
5) Este é o sentido da palavra "constranger" de II Co.5:14.
6) Nota do tradutor: A Versão Revista e Atualizada da Bíblia traduz
a sentença assim: "Ora, o Senhor conduza o vosso coração
ao amor de Deus". Observe as diferentes preposições usadas:
"na" da Versão Revista e Corrigida e "ao" da Versão
Revista e Atualizada. A percepção desta distinção
é fundamental porque muda totalmente o sentido da frase. Por isso uma
tradução mais clara seria: "Que o Senhor direcione os vossos
corações para dentro do amor que Deus tem por nós".
O ponto de partida é o amor de Deus por nós, não do nosso
amor por Ele.
7) Nota do tradutor: É importante salientar mais uma vez como as duas
versões que usamos da Bíblia em português variam muito em
relação à sua fidelidade com o grego original. Este versículo
(II Ts.3:5) é um bom exemplo, pois a tradução da primeira
parte deste versículo é melhor na Versão Revista e Atualizada,
porém, na segunda parte, a Versão Revista e Corrigida traz uma
tradução melhor. Compare a frase na Versão Revista e Corrigida:
"na paciência de Cristo" com a Versão Revista e Atualizada:
"à constância de Cristo". O sentido mais claro da frase
seria: "esperar pacientemente como Cristo". Para resumir este versículo
oferecemos esta explicação: Que Ele direciona seus corações
a este centro, de onde procede toda a força do crente: o amor de Deus,
revelado em sua forma mais íntegra na paciência de Cristo.
8) Considerava-se ser uma falha grave de hospitalidade naquela época
não convidar uma visita para participar de uma refeição
e até passar a noite.
9) Freqüentemente através de nossas vidas temos observado que as
igrejas refletem a atitude e conduta de seus pastores. Quando o pastor é
generoso invariavelmente a igreja logo será também – e vice
versa.
10) Nota do tradutor: O versículo 11 na Versão Revista e Corrigida
é escrita da seguinte forma: "Porquanto ouvimos que alguns entre
vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes, fazendo coisas
vãs." Mas na Versão Revista e Atualizada é assim:
"Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há
pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem
na vida alheia." Veja como a última parte do versículo é
diferente. Uma tradução melhor seria usar a palavra "intrometer"
junto com "fazendo coisas vãs".
11) Nota do tradutor: Às vezes a palavra "próprio" é
usada, como em II Ts.4:16 na Versão Revista e Corrigida.
12) Por uma razão muito especial: Deus quer que ele seja conhecido preeminentemente
como "o apóstolo dos gentios".
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