Apêndice II

Visitando os Doentes

Muitas vezes, conforme o pastor vai conhecendo a sua congregação, ele perceberá que cada família tem necessidades especiais. Ele precisa lembrar que deve tratar cada situação como se fosse um caso especial, da mesma forma que Deus faz, porque certamente ele é o representante especial de Deus à sua congregação.

Na categoria de "ministérios especiais" encontra-se a visitação aos doentes. Embora algumas visitas possam parecer rotineiras, cada pessoa tem (e a sua família) necessidades especiais quando a rotina da vida é quebrada. Se o pastor não for sensitivo a elas, ele estará perdendo o sentido inteiro de seu ministério. Quando a doença ou acidente for sério, atenção adicional será preciso para todos, e possivelmente, até ajuda física de verdade (fazer compras, ir ao banco, tomar uma decisão, (1) etc.). O pastor é um homem ocupado – você estará disposto a ajudar?

A visita em si, seja no lar ou no hospital, deve seguir quase o mesmo padrão: uma saudação calorosa, amigável, interesse no progresso do paciente, encorajamento através de um versículo (dum grupo de Escrituras escolhidas antecipadamente), oração de confiança no Senhor e o desejo de ser um bom testemunho até que estejamos com Ele, uma promessa (para ser guardada) de atenção adicional, sua saída rápida. Eles precisam estar cientes de que você tem outras coisas para fazer, mas que você ficou muito feliz em poder ter compartilhado junto com eles nesta hora de necessidade. Entretanto, nunca permite que sintam que você os apressou ou que a visita foi uma imposição no seu tempo. Lembre-se, você está ensinando-os a ser como Cristo; você mesmo precisa ser! Não é uma alegria poder ajudar numa hora de necessidade?

Outras oportunidades freqüentemente surgem no hospital quando há outro paciente no mesmo quarto. Este, provavelmente, escutará a sua conversa e encontrará grande conforto enquanto você ministra a graça de Deus na presença dele. Pode ser que ele não seja salvo, ou não conhece a segurança em Cristo, ou o conforto das Escrituras paulinas. Se possível, inclui-o no seu ministério e oração, porque nós também somos embaixadores por Cristo.

Uma outra precaução bem recebida é lembrar-se de que uma pessoa muito doente se cansa facilmente. A visita deve ser mantida especialmente curta; ou numa situação de vigília, segurar a mão da pessoa (figurativamente) e sua língua tanto quanto possível.

Em todo este ministério, lembra-se de o que você fizer na carne não será muito bem recebida, do mesmo modo que não será aceito por Deus (Rm.8:4-8). Não somos abençoados que temos o Espírito Santo de Deus em nós para nos orientar e nos usar em todas estas ocasiões?

 

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1) Tomar decisões por outros é uma cilada perigosa. NÃO tome decisões por outros! Com o conforto da Palavra, você pode acalmá-los, e discutindo as várias opções – ver as suas conseqüências. Você pode ser uma grande ajuda para eles em tomar uma decisão prática, espiritualmente.

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